O choque de opiniões e os percalços
da rotina hospitalar são alguns dos desafios com os quais os gestores de
enfermagem precisam lidar todos os dias. No entanto, para a diretora de
enfermagem do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo HU/USP, Maria
Julia Paes da Silva, um líder em uma equipe de enfermagem deve saber conduzir
situações de conflito ainda que pareçam impossíveis de solucionar.
“Além de lidar com a sua própria
equipe, um profissional de enfermagem tem contato com pessoas de outros
departamentos, com visões perspectivas e valores diferentes, mas todos têm o
objetivo de zelar pelo bem estar do paciente”.
Maria Julia conta que os profissionais de
enfermagem devem sempre se lembrar do motivo pelo qual se tornaram enfermeiros.
“As pessoas entram nessa profissão para ajudar pessoas, essa é a essência a
enfermagem e deve ser usada para motivar funcionários”.
O choque de opiniões e os percalços
da rotina hospitalar são alguns dos desafios com os quais os gestores de
enfermagem precisam lidar todos os dias. No entanto, para a diretora de
enfermagem do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo HU/USP, Maria
Julia Paes da Silva, um líder em uma equipe de enfermagem deve saber conduzir
situações de conflito ainda que pareçam impossíveis de solucionar.
“Além de lidar com a sua própria
equipe, um profissional de enfermagem tem contato com pessoas de outros
departamentos, com visões perspectivas e valores diferentes, mas todos têm o
objetivo de zelar pelo bem estar do paciente”.
Maria Julia conta que os
profissionais de enfermagem devem sempre se lembrar do motivo pelo qual se
tornaram enfermeiros. “As pessoas entram nessa profissão para ajudar pessoas,
essa é a essência a enfermagem e deve ser usada para motivar funcionários”.
Para a diretora de enfermagem,
manter a inteligência emocional e o autocontrole devem ser características
contempladas por um gestor de enfermagem no momento de recrutar seus
funcionários.
“O sistema de saúde não é fácil,
não há vagas nos hospitais e tudo é urgência. Porém é preciso ter consciência
de que não é porque um profissional está enlouquecendo que você precisa
enlouquecer também.”
Segundo a diretora, o fator que
mais faz com que os profissionais sejam dispensados é a conduta. “Uma pesquisa
mostra que 87% das organizações demitem seus funcionários devido ao
comportamento pessoal”.
Junto com esses problemas os
profissionais de gestão podem se deparar também com as dificuldades para tomar
decisões e fazer com que os membros da equipe aceitem o papel que devem
desempenhar no time.
Brilho nos Olhos
Em sua explanação no 3º Seminário
Paulista de Gestão de Enfermagem realizado em São Paulo, na última
quinta-feira, (21), Maria Julia explicou que o líder que os profissionais
procuram deve saber fazer os olhos da sua equipe brilhar.
“É preciso prestar atenção no que
se provoca nas pessoas. E saber captar o que faz cada um se sentir motivado a
fazer o que faz”.
Muitos profissionais quando assumem
a liderança de uma equipe tendem a abandonar as funções que realizavam
anteriormente para assumir funções mais estratégicas. Diante desse fato, Maria
Julia diz que um gestor deve ser modelo para os seus funcionários.
“Se existe algo que você deseja
desenvolver dentro do ambiente em que trabalha, seja esse exemplo”.
E conta que, mesmo que um gestor
tenha tarefas diferentes do resto de sua equipe, ele deve se lembrar dos passos
que deu para chegar até ali e realizar as funções que seus parceiros executam.
Por último, Maria Júlia ressalta
que um bom profissional deve ter dentro de si a habilidade de não negar a
realidade, mas nunca se esquecer aonde quer chegar.
Fonte: Saúde Web

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