| Impasse sobre enfermeiros e royalties inviabiliza votações da noite de quarta | ||||||||
| Publicado Quarta-Feira, 27 de Junho de 2012, às 23:55 | Agência Câmara de Notícias | ||||||||
| ||||||||
Renato Araújo
Plenário encerrou sessão sem votar as duas propostas em pauta.
A falta de acordo inviabilizou a votação, na noite desta quarta-feira (27), de duas propostas incluídas na pauta do Plenário: a redução para 30 horas semanais da jornada dos profissionais de enfermagem (PL 2295/00) e as novas regras de distribuição dos royalties do petróleo (PL 2565/11). Embora tenham sido incluídas na pauta depois de consulta ao Colégio de Líderes, as duas propostas sofreram grande rejeição em Plenário.
As votações não foram realizadas por falta de quórum. O número de parlamentares necessários para iniciar as votações só foi atingido uma hora antes do previsto para o fim da sessão. A presença baixa foi atribuída às convenções partidárias das eleições municipais, às festas juninas do Nordeste e, ainda, a uma manobra para adiar a votação dos dois projetos.
A redução da jornada dos enfermeiros não conta com o apoio de governistas, que impediram a análise da proposta na sessão da manhã. O líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que o adiamento vai dar tempo para o governo entrar em acordo com os gestores de saúde, que vão ter de aumentar o número de profissionais com a redução da jornada. “Estamos fazendo um compromisso de que vamos, em determinado momento, chamar todos os líderes para fazer o diálogo desta matéria”, disse.
O presidente da Frente Parlamentar da Saúde, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), confirmou que houve uma manobra para esvaziar a sessão e adiar a análise do tema. Ele disse que nenhum deputado é contra a redução da jornada dos enfermeiros, mas é preciso levar em conta o prejuízo que a medida vai causar ao trabalho das santas casas, dos hospitais universitários e de programas como o Saúde da Família.
"Na prática, esse projeto obriga o aumento de pessoal de um dia para o outro, e não tem dinheiro para isso", disse.
Royalties
O outro tema polêmico é a redistribuições dos royalties do petróleo entre todos os estados, não apenas àqueles em que há extração. A medida esbarra nos deputados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, estados que não querem perder arrecadação.
Renato Araújo
Nas galerias do Plenário, manifestantes pedem aprovação de projeto sobre jornada da enfermagem.
O relator do projeto, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que a sua proposta melhora o texto encaminhado do Senado e manterá a mesma arrecadação para o Rio e o Espírito Santo de 2011 até 2023. Depois desse prazo, os estados perdem a garantia. Eles também perdem o direito de ganhar os pagamentos sobre a produção que exceder o patamar de 2011.
Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o projeto pode até melhorar um texto que já era ruim para o seu estado, mas está longe do ideal. Ele reafirmou que a bancada do Rio vai se unir para usar artifícios regimentais que impeçam a votação da proposta.
Deputados ligados à saúde criticaram a inclusão do tema dos royalties na mesma sessão em que haveria a votação da redução da jornada dos enfermeiros. Para a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), os royalties serviram de justificativa para não se votar o projeto dos enfermeiros. “A saia justa ficou para o conjunto dos parlamentares. Era melhor não ter incluído os royalties em pauta, por que não há acordo”, disse.
O presidente da Câmara, Marco Maia, garantiu que a polêmica não se encerrou nesta quarta-feira e que as duas propostas voltarão ao Plenário em pouco tempo. “Vamos fazer um esforço para destrancar a pauta na próxima semana. Eu não vou descansar enquanto não colocarmos em votação essas matérias”, disse.
Maia respondeu a críticas do deputado Mendonça Prado (DEM-SE), que o acusou de prejudicar os enfermeiros. O presidente disse que Prado estava “fazendo proselitismo” porque nunca batalhou por esses profissionais. “Quem colocou essa proposta em votação foi este deputado, e o senhor nunca me procurou para defender os enfermeiros”, disse Maia.
|
Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Impasse 30 horas!!!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Pós em Sexualidade do CEFAPP é destaque em Pernambuco
FOLHA UNIVERSITÁRIA
Pós em Sexualidade desconstrói tabus
Curso pretende estimular a repercussão do tema em salas de aula
Grupo CEFAPP
| 25/06/2012 09:50 - RENATTA GORGA, da Folha de Pernambuco |
Ângela Andrade
Sexóloga e enfermeira especializada em saúde da mulher
Gerente Administrativa e Pedagógica do Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa (Cefapp)
Arthur Mota
A discussão de questões da sexualidade é vista, pela maioria da sociedade, como uma tarefa difícil. Existem, ainda, muitas pessoas que preferem privar-se de expandir as relações sexuais com o parceiro por sentir vergonha ou mesmo por desconhecer algumas peculiaridades do assunto.
acabam se desenvolvendo e a pessoa não consegue realizar um tratamento, por pura falta de informação. É com a intenção de modificar essa realidade que a sexóloga e enfermeira especializada em saúde da mulher, Ângela de Andrade, propõe a criação de um novo curso: uma pós-graduação em Sexualidade.
A especialista é gerente Administrativa e Pedagógica do Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa (Cefapp). No local, são ministradas especializações para enfermeiros e demais profissionais de saúde. As aulas da especialização em Sexualidade também vão ocorrer no estabelecimento.
“Essa pós só existe em Brasília e em São Paulo. Antes, havia aqui na Unicap (Universidade Católica de Pernambuco), mas fechou. Fiz lá na Unicap e, em seguida, organizei um grupo de debates com outros colegas. Foi quando surgiu a ideia de montarmos essa pós”, explicou Ângela. “A gente queria que todos os profissionais pudessem trabalhar com a sexualidade”, complementou.
Quem compartilha da opinião de Ângela pode procurar o Cefapp e inscrever-se. Há 25 vagas para o curso e as aulas terão duração de 15 meses, três vezes ao mês: às sextas, sábados e domingos. A ideia atraiu a pedagoga Ana Lúcia Gomes, 45, que já desejava fazer a pós há algum tempo.
Ela pensa em utilizar, em sala de aula, o conhecimento o qual irá aprender. “É uma oportunidade para a gente desconstruir o tabu que existe nas escolas, onde os professores preferem não desenvolver o trabalho de orientação sexual, ou adiá-lo, e isso só faz os alunos ficarem assustados e com vergonha do tema, quando ele deveria ser bem explorado e esclarecido”, afirmou.
Ana ainda destaca que a pós-graduação em Sexualidade pode ajudar um casal a melhorar a interação. “A gente tem que começar a trabalhar isso de uma forma bonita, e eu quero fazer esse curso para ajudar a sociedade nesse sentido”, pontuou. Ângela Andrade, por sua vez, afirmou que isto é possível, de fato. “A gente tem que mostrar às pessoas que o casal deve criar e fazer o que tiver vontade, para que o sexo seja prazeroso”, frisou.
Ela ainda lembrou que muitas pessoas possuem patologias e, às vezes, nem sabem que elas existem. “Por exemplo, há mulheres que têm ressecamento na vagina e não conseguem ficar lubrificadas na hora da penetração. Para isso, a gente aconselha que elas utilizem um gel térmico. Então, conseguimos usar a parte científica para ajudar na vida prática das pessoas”, revela Ângela.
Serviço
Pós-Graduação em Sexualidade
Local: Cefapp – Rua Major Codeceira 189 – Santo Amaro, Recife
Horários: sexta-feira, das 19h às 22h; sábado, das 18h às 12h e das 13h às 17h; domingo, das 8h às 15h.
Vagas totais: 25 | Vagas já preenchidas: 6
O curso será iniciado assim que as 25 vagas forem preenchidas
Pós-Graduação em Sexualidade
Local: Cefapp – Rua Major Codeceira 189 – Santo Amaro, Recife
Horários: sexta-feira, das 19h às 22h; sábado, das 18h às 12h e das 13h às 17h; domingo, das 8h às 15h.
Vagas totais: 25 | Vagas já preenchidas: 6
O curso será iniciado assim que as 25 vagas forem preenchidas
quarta-feira, 13 de junho de 2012
A importância do aperfeiçoamento profissional
ARMANDO DAL COLLETTO
Colaboração para a Folha Online
Atualização profissional, no passado, já foi disciplina optativa. Há algumas
décadas, quem se graduava em curso superior considerava que a fase de estudos
estava concluída e que, daí em diante, teria início a fase do trabalho e da
experiência. Havia ainda, inclusive, aqueles que pulavam parte do estudo e
imergiam direto no mundo profissional, sem uma formação específica.
Os profissionais não tinham prazo de validade determinado. Ninguém ousava
perguntar a um médico ou a um engenheiro se ele tinha feito cursos de
atualização profissional visando aprimorar seus conhecimentos. A velocidade da
ciência e da pesquisa era baixa em comparação aos dias de hoje e não havia
tanta pressa em se atualizar.
As oportunidades eram diferentes e o conhecimento adquirido durava mais. Mas
este panorama mudou muito desde então.
A velocidade das mudanças, a famosa globalização e o desenvolvimento
tecnológico transformam incessantemente o ambiente de trabalho, de forma que
hoje não há dúvidas de que "estudo" e "formação" não são
apenas uma etapa da vida, mas uma constante ao longo de toda a carreira.
Assim, a atualização profissional deixou de ser uma opção para ser também uma
condição e uma necessidade dentro do exercício da profissão. Isso se manifesta
tanto como iniciativa de aperfeiçoamento do currículo dentro de um ambiente
cada vez mais concorrido quanto por exigência natural do mercado, onde a todo
instante se vêem antigos meios e conceitos sendo aperfeiçoados ou superados.
Os profissionais que atuam há 20 anos na área de tecnologia, por exemplo,
iniciaram a carreira transitando entre gigantescos mainframes,
que tinham capacidade menor que qualquer notebook atual e usavam sistemas
operacionais, linguagens de programação e banco de dados, hoje totalmente
obsoletos. Atualmente lidam com conceitos como Grid Computing,
Redes sem Fio, Etiquetas RFID, Datawharehouse e outras
inúmeras siglas desse jargão que nem de perto foram ensinadas em seus cursos de
graduação.
Com maior ou menor intensidade, esse fenômeno pode ser percebido em todas as
áreas, o que torna inevitável que o profissional não interrompa nunca sua
formação se quiser manter sua empregabilidade.
Ele deve estar atento às novidades e às oportunidades de aplicação de sua
experiência e competência e entender claramente quais são as competências
valorizadas na área em que atua. Vê-se então a necessidade de procurar um
processo rápido, eficaz e específico para aquisição dos conhecimentos que quer
aprofundar ou adquirir. É a isso que vão de encontro direto os programas de
atualização profissional.
São cursos de curta duração que se prestam a aplicar algum conceito recente e
pontual que profissionais já atuantes não tiveram a oportunidade de aprender
anteriormente ou conceitos que, de tão específicos, encontram nesse formato de
curso a sua melhor forma de ensino e aplicação, pois já são voltados
especialmente para aqueles que necessitam e procuram por eles.
Esse mecanismo, no entanto, é uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo em que os
profissionais devem estar antenados às novas demandas de sua área, as instituições
de ensino devem fazer o mesmo: perceber o que está mudando no mercado para
estruturar seus cursos de acordo com o cenário em que está inserida.
Desta maneira, as próprias instituições, ao se preocuparem em oferecer cursos
de extensão e aprimoramento educacional, ajudam a acabar com os resquícios do
velho estigma que deve e está sendo combatido: o de que o estudo acaba na
escola.
O profissional, agora, entende que sua atualização é uma disciplina obrigatória
e seu conteúdo dependerá de seus objetivos de desenvolvimento de carreira, das
oportunidades de mercado e da sua auto-realização.
Lembrando-se sempre de Paulo Freire, que diz em uma de suas obras:
"Mulheres e homens, somos os únicos seres que, social e
historicamente, nos tornamos capazes de aprender. Por isso, somos os únicos em
quem aprender é uma aventura criadora, algo, por isso mesmo, muito mais rico do
que meramente repetir a lição dada. Aprender para nós é construir, reconstruir,
constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco e à aventura do
espírito".
Armando Dal Colletto, engenheiro
metalurgista formado pela Escola Politécnica/USP e MBA pela Fundação Getúlio
Vargas, é professor universitário desde 1973 e atualmente ocupa o cargo de
diretor de planejamento da Fasp (Faculdades Associadas de São Paulo). Contato
pelo e-mail: dalcolletto@fasp.br.
terça-feira, 5 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Preparatório Para Concurso
Pressão na UPE surte efeito e governo anuncia concurso
Diante da greve de advertência realizada nesta quarta, governo anunciou que em junho lançará edital para selecionar profissionais
Publicado em 17/05/2012, às 07h55
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
A pressão dos servidores da Universidade de Pernambuco (UPE) por mais investimento do Estado nas 14 faculdades e três hospitais ligados à instituição começou a dar resultados. A Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia declarou que vai lançar concurso para a contratação de servidores em junho, mês em que a UPE completa 21 anos de existência.
O anúncio foi feito ontem, dia que os profissionais ligados ao Centro Integrado de Saúde Amaury de
segunda-feira, 21 de maio de 2012
30 Horas Já! A Luta Não Pode Parar
O Espaço Enfermagem marcou presença na carreata o prol da redução da jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem. O evento aconteceu na quarta feira, 16 de maio e contou com a participação dos principais órgãos que representam a classe em Pernambuco. O intento foi de chamar a atenção para a importância da aprovação do projeto de lei PL nº 2.295, que trata da carga horária, da jornada de trabalho da enfermagem. O projeto regulamenta a jornada de trabalho em 30 horas semanais. O Espaço Enfermagem também está engajado nesta luta. 30 HORAS JÁ!
ESPAÇO ENFERMAGEM, este espaço é seu!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
GRUPO CEFAPP REPRESENTADO NO II WORKSHOP DE BIOTECNOLOGIA DO NORDESTE
O Grupo CEFAPP foi representado no evento por meio da participação do Prof. PhD. Eduardo Ramalho e da Profa. Raphaela Presbytero (Doutoranda da RENORBIO). Na ocasião foi realizada uma explanação do trabalho realizado pela empresa e os resultados preliminares da pesquisa da Profa Raphaela, que visa a modificação de uma técnica de enfermagem e adaptação para neonatologia e a patente de um novo produto.
Mais informações a respeito do evento:
http://www.renorbio.org.br/portal/destaques/ii-workshop-nordeste-de-biotecnologia.htm
Mais informações a respeito do evento:
http://www.renorbio.org.br/portal/destaques/ii-workshop-nordeste-de-biotecnologia.htm
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)




